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segunda-feira, 12 de março de 2012

Critica de Locadora: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


 NOTA DO FILME: 8.5

OS DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM
As Aparências Enganam? Que Frase clichê não é? Sim, E Daí?

Quando eu estava comprando filmes, vi “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom” (no original, Confessions Of A Shopaholic, 2009) na prateleira. Minha reação ao ver o DVD: - Eita! Deve ser mais um filme fútil americano.

Pronto! Julguei o filme somente por seu título e sua foto. Mas me deu uma pulguinha atrás da orelha e eu comprei.

ACABEI DE ASSISTÍ-LO! Tan Tan Tan Tan!


RESULTADO: NUNCA MAIS JULGO UM FILME ANTES DE ASSISTÍ-LO!
Que filme ÓTIMO (Ótimo mesmo! Que se danem os críticos dinossauros, que botam defeito em tudo, quero que eles se danem)! ENGRAÇADO e muito INTELIGENTE em querer transmitir sua mensagem principal em forma de uma deliciosa comédia dirigida por P.J. Hogan.


Adorei realmente este agradabilíssimo filme, que à primeira vista soa realmente um filme fútil! Entretanto, após assistirmos o filme percebemos que os figurinos são belíssimos, a fotografia bem elaborada, a trilha sonora então, nem se fala, bem atual e muito boa, tudo bem atual e de muito bom gosto enorme. Nota 10 para o filme. Isso mesmo, 10!
E o Roteiro do filme, que é uma adaptação do Best-Seller americano “Shopaholic (Delírios de Consumo)”? MA-RA-VI-LHO-SO! Muito bem escrito, claro que eles abusaram do clichê, mas tudo bem, eu os perdôo.

Aí, você me pergunta: Qual o tema principal deste filme meu Deus? É o AMOR, lógico... (Como diria minha tia: Ai que fofo (Eu: ECA!, Ai meu diabetes))
ENGANA-SE! Não é o amor não, mesmo ele aparecendo, não é o foco do filme.

 É o CONSUMISMO! Ele mesmo, O CONSUMISMO DESENFREADO, aquele que faz pessoas desequilibradas comprarem tudo o que vêem pela frente sem ter noção do que estão fazendo. E de uma forma tão engraçada, os talentosos roteiristas dão um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Direcionando suas farpas naqueles grupos de pessoas que acham que comprar roupas, sapatos, relógios de marcas (ou não) são tudo na vida. Ainda mas quando você é uma garota formada em jornalismo com uma compulsão absurda por compras. A revista onde trabalha está falida, e aquela onde ela queria trabalhar parece fora de alcance. Por um golpe do Destino, acaba conseguindo um emprego numa revista sobre finanças, escrevendo para pessoas comuns sobre finanças pessoais enquanto foge desesperadamente dos cobradores que a perseguem. Sim, esta é nossa querida protagonista, Becky Bloomwood interpretada pela minha mais nova queridinha Isla Fisher.


P.S: Aos chatérrimos críticos, eu digo: Prefiro assistir este filme, cheio de clichês, com um final previsível, que me fez rir muito, prendeu minha atenção do começo ao fim, e no final eu me senti super satisfeito em tê-lo assistido, do que acompanhar um “Filme de Oscar” super elogiado pelos velhos da academia (Oscar) e pelos críticos “cri cri” daqui do Brasil, e achar o filme um porre, chato pra chuchu e ainda ter que mentir para os outros críticos, dizendo que adorei o filme, só para não me achar diferente deles! Aos meus Queridos Críticos rabujentos desse mundo à fora: “FUCK THE CRITICS, FUCK VERY, VERY MUCH”.  (Xinguei eles em inglês #SouDivo) Pronto, Falei!


NOTA ESPECIAL: Na cena em que Jane Bloomwood (Joan Cusack, mão de Becky) corta uma fatia de bolo para a futura patroa de Becky, a famosa Alette Naylor (Kristin Scott Thomas) dona da empresa que nossa protagonista sempre almejou trabalhar, PRECISO FALAR: EU DEI A MAIOR GARGALHADA DA

MINHA VIDA! JURO PARA VOCÊS! NEM EU ME RECONHECI!
Enfim, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é meu novo “O Diabo Veste Prada”. Super recomendado.
Minha última mensagem:


Lembrem-se queridos e adoráveis leitores, Nunca julguem um livro (neste caso, um filme) pela capa! (Aplausos para mim \o/)
Vou pro céu depois dessa linda e reflexível mensagem? Oh! Mas é Claro! que não! É só para complementar meu texto.
Por Alfredo Neto (@netto_alfredo)

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