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terça-feira, 20 de março de 2012

Novo Teaser Trailer da Saga Crepusculo: Amanhecer Parte-2

Algum tempo atrás a Summit Entertainment havia prometido que durante a estréia do filme Jogos Vorazes, eles iam passar um teaser trailer do novo filme da Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2.
Isso já era de se esperar já que a empresa que financia os dois filmes é a Paris Filmes.
O que eles não contavam era que o vídeo foi lançado na internet um pouco antes da estréia.
Ao que tudo promete, este teaser terá a duração de “um piscar de olhos”, mas é mais do que o suficiente já que os fãs da série se contentam com algumas cenas, afinal isso da mais expectativa ainda.
Será uma coisa bem simples, mas totalmente desejado -aos fãs mais assíduos claro-
Espero que aproveitem bem o momento já que é a única coisa que podemos ter enquanto o filme mesmo não sai.

Confiram o vídeo:

A uma nota especial, Jogos Vorazes a nova série do momento (que por sinal me parece ser um atrativo aos olhos, tanto na história como no cinema) chega aos cinemas nesta sexta-feira 23/03/2012.
E a Saga Crepusculo: Amanhecer Parte-2 estréia em 16 de Novembro de 2012.

Editado por Rennan Willian e escrito por Luiz Fernando.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Critica ao filme Drive

                                                               

                                                              NOTA DO FILME: 7.5

                                                                 Critica ao filme Drive

Drive, um filme incrível e impactante que se inicia de uma forma simples e sem rodeios que logo de cara já expõe sobre o que se trata, o que muda mesmo toda a direção do filme é Ryan Gosling com uma interpretação não digna de Oscar, mas que ao menos deve ser considerada. O personagem que ele interpreta é um anônimo chamado apenas de Drive e não sabemos o nome dele o filme inteiro.

O personagem demonstra uma personalidade forte, o que dá um toque almíscar à estória do filme. Com o desenrolar do filme, percebemos que ele não fica só na mesma história, Drive é um filme progressivo. Ele muda constantemente até chegar ao clímax, o que é muito bem desenvolvido pelo diretor Nicolas Winding Refm.

A parte técnica do filme é muito bem elaborada, a fotografia do filme é ótima, o diretor de fotografia se esforça e consegue criar centelhas de um bom filme, ele capta momentos esplêndidos ao por do sol, os takes na cidade também são ótimos. A trilha sonora é incrível, mas antes de esperar sentir a potência de uma trilha sonora de Senhor Dos Anéis não se iluda, poderiam ter melhorado muito, mas ele se esforça e mostra que filmes de qualidade precisam ter trilhas que segurem o filme em certos momentos.
Apesar da excelência em fotografia, na trilha sonora e na edição algumas coisas deixam a desejar. Partes do filme são “amputadas” ou são muito rápidas tirando totalmente a atenção do expectador, o que é ruim pelo fato de você acabar perdendo a “direção” e o desenvolvimento do filme, apesar disso ele ainda continua sendo um atrativo aos olhos.

Apesar do filme não ter sido reconhecido pelo Oscar e não ter recebido indicação nenhuma, ele tem seus méritos. Muitas pessoas após verem os indicados ao Oscar logo correm às locadoras para assistir os filmes indicados, e filmes como Drive –violentos e reais- acabam por ameaçar sujar a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, e a meu ver foi por isso ele não teve nenhuma indicação, mas Drive assim como tantos outros é um dos injustiçados desse ano. Para citar exemplos eu poderia dizer Millenium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres, Harry Potter E As Relíquias da Morte - Parte 2, J. Edgar Hoover e paremos aqui por que senão não terminaremos hoje essa resenha.

O roteiro foi composto não de forma primorosa, mas de uma forma envolvente por Nicolas que também é diretor do filme, mostra que é um grande thriller de ação e que deveria ter ganhado o reconhecimento da Academia.

O filme está em cartaz, e para quem quiser assisti-lo ele é uma ótima opção.





Critica editada por Rennan Willian e escrita por Luiz Fernando.








Critica de Locadora: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


 NOTA DO FILME: 8.5

OS DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM
As Aparências Enganam? Que Frase clichê não é? Sim, E Daí?

Quando eu estava comprando filmes, vi “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom” (no original, Confessions Of A Shopaholic, 2009) na prateleira. Minha reação ao ver o DVD: - Eita! Deve ser mais um filme fútil americano.

Pronto! Julguei o filme somente por seu título e sua foto. Mas me deu uma pulguinha atrás da orelha e eu comprei.

ACABEI DE ASSISTÍ-LO! Tan Tan Tan Tan!


RESULTADO: NUNCA MAIS JULGO UM FILME ANTES DE ASSISTÍ-LO!
Que filme ÓTIMO (Ótimo mesmo! Que se danem os críticos dinossauros, que botam defeito em tudo, quero que eles se danem)! ENGRAÇADO e muito INTELIGENTE em querer transmitir sua mensagem principal em forma de uma deliciosa comédia dirigida por P.J. Hogan.


Adorei realmente este agradabilíssimo filme, que à primeira vista soa realmente um filme fútil! Entretanto, após assistirmos o filme percebemos que os figurinos são belíssimos, a fotografia bem elaborada, a trilha sonora então, nem se fala, bem atual e muito boa, tudo bem atual e de muito bom gosto enorme. Nota 10 para o filme. Isso mesmo, 10!
E o Roteiro do filme, que é uma adaptação do Best-Seller americano “Shopaholic (Delírios de Consumo)”? MA-RA-VI-LHO-SO! Muito bem escrito, claro que eles abusaram do clichê, mas tudo bem, eu os perdôo.

Aí, você me pergunta: Qual o tema principal deste filme meu Deus? É o AMOR, lógico... (Como diria minha tia: Ai que fofo (Eu: ECA!, Ai meu diabetes))
ENGANA-SE! Não é o amor não, mesmo ele aparecendo, não é o foco do filme.

 É o CONSUMISMO! Ele mesmo, O CONSUMISMO DESENFREADO, aquele que faz pessoas desequilibradas comprarem tudo o que vêem pela frente sem ter noção do que estão fazendo. E de uma forma tão engraçada, os talentosos roteiristas dão um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Direcionando suas farpas naqueles grupos de pessoas que acham que comprar roupas, sapatos, relógios de marcas (ou não) são tudo na vida. Ainda mas quando você é uma garota formada em jornalismo com uma compulsão absurda por compras. A revista onde trabalha está falida, e aquela onde ela queria trabalhar parece fora de alcance. Por um golpe do Destino, acaba conseguindo um emprego numa revista sobre finanças, escrevendo para pessoas comuns sobre finanças pessoais enquanto foge desesperadamente dos cobradores que a perseguem. Sim, esta é nossa querida protagonista, Becky Bloomwood interpretada pela minha mais nova queridinha Isla Fisher.


P.S: Aos chatérrimos críticos, eu digo: Prefiro assistir este filme, cheio de clichês, com um final previsível, que me fez rir muito, prendeu minha atenção do começo ao fim, e no final eu me senti super satisfeito em tê-lo assistido, do que acompanhar um “Filme de Oscar” super elogiado pelos velhos da academia (Oscar) e pelos críticos “cri cri” daqui do Brasil, e achar o filme um porre, chato pra chuchu e ainda ter que mentir para os outros críticos, dizendo que adorei o filme, só para não me achar diferente deles! Aos meus Queridos Críticos rabujentos desse mundo à fora: “FUCK THE CRITICS, FUCK VERY, VERY MUCH”.  (Xinguei eles em inglês #SouDivo) Pronto, Falei!


NOTA ESPECIAL: Na cena em que Jane Bloomwood (Joan Cusack, mão de Becky) corta uma fatia de bolo para a futura patroa de Becky, a famosa Alette Naylor (Kristin Scott Thomas) dona da empresa que nossa protagonista sempre almejou trabalhar, PRECISO FALAR: EU DEI A MAIOR GARGALHADA DA

MINHA VIDA! JURO PARA VOCÊS! NEM EU ME RECONHECI!
Enfim, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é meu novo “O Diabo Veste Prada”. Super recomendado.
Minha última mensagem:


Lembrem-se queridos e adoráveis leitores, Nunca julguem um livro (neste caso, um filme) pela capa! (Aplausos para mim \o/)
Vou pro céu depois dessa linda e reflexível mensagem? Oh! Mas é Claro! que não! É só para complementar meu texto.
Por Alfredo Neto (@netto_alfredo)

sábado, 10 de março de 2012

Roger Waters chega em Março ao Brasil!


O ex-Pink Floyd (o cara é bom), vem ao Brasil para apresentar a turnê The Wall, referência ao album clássico do Pink Floyd dos anos 70, que é um disco duplo, trazendo grandes sucessos na turnê Waters promete trazer um grande show, as músicas variam entre Comfortably Numb até Another Brick In The Wall.

Os shows de Waters são um espetaculo a parte, com pirotecnia e bonecos infláveis que são grandes caracteristicas do cantor/baixista e da banda Pink Floyd.

Os ingreços variam os preços de cidade para cidade, por exemplo em São Paulo vai de R$ 180,00 a R$ 900,00, já no Rio de Janeiro variam de R$ 180,00 a R$ 600,00 e em Porto Alegre(ingreços esgotados) variam entre R$ 180,00 a R$ 500,00.É bem caro más, vale a pena curtir um ex-integrante do Pink Floyd, vale a pena.

As apresentações acontecem no dia 25 de Março em Porto Alegre, no Estádio do Beira-Rio; dia 29 de Março no Rio, no Engenhão; e nos dias 1º e 3 de Abril em São Paulo, no estádio do Morumbi.

Bob Dylan chega em Abril ao Brasil!


Bob Dylan, cantor e compositor norte-americano, fez sucesso nos anos 60, retorna ao Brasil.
Bob foi considerado pela revista Rolling Stones o segundo melhor artista do mundo, ficando atrás apenas ADIVINHA! Beatles.
E sua canção "Like a Rolling Stone", foi considerada a melhor do mundo.
O cantor pertence ao folk music, que é um genêro indo pro country que difere do rock comum, recebeu um segundo significado que é da descendência cultural da música tradicional rural.
Ele se apresenta no Rio de Janeiro, dia 15, no Citibank Hall; Brasília, dia 17, no Ginásio Nilson Nelso; Belo Horizonte, dia 19, no Chevrolet Hall; São Paulo, dias 21 e 22, no Credicard Hall e Porto Alegre, dia 24, no Pepsi On Stage.

Um grande show e um grande artista.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Critica ao filme Millenium: Os Homens que não Amavam as Mulheres


NOTA DO FILME: 10.00

                               Critica ao filme Millenium: Os Homens que não Amavam as Mulheres

Em 2009, surgiu a versão sueca de “Millennium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” (The girl with the dragon tattoo, no original) dirigida por Niels Arden Oplev, que trazia os atores Michael Nyqvist e Noomi Rapace nos papéis principais. Baseado no best seller homônimo de Stieg Larsson, a primeira versão fez sucesso em seu país e após isto rodou o mundo. Em decorrência disso, Os executivos de Hollywood rapidamente interessaram-se pela obra e decidiram colocar David Fincher à frente da direção. E em 2011- dois anos após o lançamento da versão sueca- a tão aguardada adaptação de Fincher, chegou aos cinemas.



Desde sua surpreendente abertura nos créditos iniciais, ao som da batida do cover de Trent Reznor e Karen O para a canção Immigrant Song, de Led Zeppelin, não é difícil perceber que estamos assistindo a filme de David Fincher.Com isso já dava para perceber que esta versão seria muito superior à versão sueca. E de fato foi. O ótimo roteiro de Steven Zaillian mostrou-se muito mais fiel ao livro e construiu uma história densa, muito mais interessante e cheias de reviravoltas. Que a meu ver, só contribui para o resultado final deste imperdível thriller.


No centro da história, está a personagem principal da trilogia: Lisbeth Salander. A heroína da trama, se é que podemos dizer assim. Ela é o grande trunfo do filme. Interpretada pela atriz Rooney Mara (Numa atuação digna de Óscar), a personagem cativa o espectador desde o começo do filme. Uma Hacker super inteligente que a torna capaz de descobrir informações de qualquer indivíduo, Lisbeth se une ao jornalista investigativo Mikael Blomkvist (Daniel Craig, em uma ótima atuação) na procura por uma resposta do enigma envolvendo o desaparecimento da jovem Harriet Vanger, sobrinha do magnata Henrik Vanger (Christopher Plummer, excelente, como sempre), quando essa era apenas uma adolescente de 16 anos, na década de 60.


E na busca pelas respostas do desaparecimento da jovem, Mikael e Lisbeth se vêem em um emaranhado de segredos familiares, descobrem casos de assassinatos de mulheres cometidos há anos na região rural da Suécia e passam a perceber que esses acontecimentos estão ligados ao desaparecimento de Harriet e à estranha famíla Vanger. Resumindo, um filme espetacular, arrebatador, com uma trilha sonora impecável, fotografia maravilhosa, excelentes atuações, tecnicamente perfeito. Com a direção magnífica de David Fincher surge “Millennium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” um dos melhores filmes do ano passado e que injustamente não foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, mesmo sendo superior a alguns dos indicados deste ano.


Em minha humilde opinião, Lisbeth se torna uma das melhores personagens da história do cinema, cheia de segredos, isolada do mundo e das pessoas e com uma incrível capacidade de cair no gosto do publico por sua história de vida tão absurda e ao mesmo tempo compreensível. Ponto para Rooney Mara! Que atuação maravilhosa! De cair o queixo. Ela lutou para conseguir este papel e não fez feio. Segura e encantadora, ela explica o porque de ser uma das indicadas ao Oscar de Melhor Atriz. E o filme, é sem dúvidas uma das melhores e mais surpreendentes adaptações literárias para o cinema.


Uma história arrebatadora, um diretor competente, atuações maravilhosas, um filme tecnicamente invejável e um final diferente (e muito mais interessante) da versão sueca, fizeram com que Os Homens Que Não Amavam As Mulheres se tornasse um dos queridinhos do público e da crítica. Vencedor do Oscar de Melhor Edição este incrível Thriller tem tudo para satisfazer qualquer cinéfilo de plantão.




Por Alfredo Neto (@netto_alfredo)